A torcida mineira não foi muito receptiva com
a seleção brasileira. Mesmo antes do apito
inicial, os presentes no estádio do Mineirão já
começavam com alguns gritos ofensivos. O
primeiro deles foi em homenagem ao
narrador Galvão Bueno. "Ei, Galvão, vai tomar
no c...", cantava a torcida nos 30 minutos que
antecederam o amistoso.
A bola rolou e o alvo das cornetas foi
Neymar. Com uma música parecida, apenas
trocando o nome do "homenageado", o
santista foi ofendido pelo público após
desperdiçar um gol frente a frente com o
goleiro Johnny Herrera, ex-Corinthians.
No segundo tempo, nos minutos finais,
Neymar voltou a ser lembrado pelos
presentes. Agora, o atacante santista era
chamado de pipoqueiro. Apesar das ofensas, o
atleta disse ignorar as críticas.
""As vaias não fazem bem, ninguém gosta
disso. Eu não estou nem aí. Em todo lugar que
vamos com a seleção somos vaiados", falou.
Quem também foi alvo de vaias foram os
jogadores do Atlético-MG e Cruzeiro.
Ronaldinho Gaúcho e Réver, representantes do
Galo, eram ofendidos pelos fãs do rival e o
mesmo acontecia com o recém-chegado Dedé,
só que os xingamentos vinham por parte dos
atleticanos.
Outro representante do Atlético-MG a ser alvo
de vaias foi Marcos Rocha. Ao entrar na vaga
de Jean, na etapa final, o lateral teve de lidar
com o "carinho" dos torcedores.
Ainda no segundo tempo, os representantes
da seleção ainda tiveram de ligar com gritos
de "olé" a cada passe dado pelos chilenos.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Torcida mineira não perdoa Galvão e Neymar em tropeço da seleção
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